A noite cai sorrateira e densa
Deixa para trás a luz do Sol
E põe a se mostrar com a luz da Lua e o reverberar dos astros e estrelas
Matreira e rasante cai a noite
Imponente e sobranceira
Bela, intrépida, plena
Quente, fria, inspira e exorta
Em meio às sombras cendradas
Dissipadas pelo vento noturno
Segue audaz a dançar
E quando cansa se rende, se banha,
E ainda risonha entrega-se aos braços do luar
Lázaro Fabrício
Sociedade, política, poesia e literatura; fotografias, devaneios, resenhas, opiniões, indicações, etc. Nesse recinto virtual, estaremos mais próximos, compartilhando um pouco de nossas vidas, esquizofrenias e cotidiano. Será igualmente um espaço de reflexões e críticas sobre os mais diversos temas e assuntos. E, como também não poderia deixar de ser, um espaço para desopilar. Em constante aperfeiçoamento.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
O poder inebriante da música...
Os pêlos arrepiam-se com o andamento da música
Que dita o pulsar do coração e o regozijo da alma
Que transcende através do sentimento que emana do som que toca em meu fone de ouvido
Teletransporto-me e viajo a um mundo peculiar
Onde as cores, em consonância com a combinação
perfeita de sons, imergi-me em desenhos amorfos, passos descompasados e momentos inebriantes
A emoção avassaladora que me toma e o descomedido bater do coração como quando de uma dose de absinto, como quando de um beijo doce de minha amada, como do nascer do Sol ou do movimento das ondas do mar, tornam-me livre, tornam-me parte da música que se torna parte de mim...
Que som é esse denominado Rock 'n' Roll que ao expelir sua chama, incendeia o coração e o enche de um sentimento único, perceptível apenas quando da aflorada sensibilidade, visto apenas com os olhos do espírito?
Como as flores do jardim que brotam com as gotas de chuva que molham a terra e que fazem a semente germinar, floresce o Rock 'n' Roll em minh'alma e a música inspira-me porque também sou a música, sou o som, sou o vento que carrega as notas musicais em seu pequeno bolso e que as espalha em cada esquina, em cada rua;
Uma trova desnuda;
Uma poesia cantante de sentimentos extasiantes...
Lázaro Fabrício
Que dita o pulsar do coração e o regozijo da alma
Que transcende através do sentimento que emana do som que toca em meu fone de ouvido
Teletransporto-me e viajo a um mundo peculiar
Onde as cores, em consonância com a combinação
perfeita de sons, imergi-me em desenhos amorfos, passos descompasados e momentos inebriantes
A emoção avassaladora que me toma e o descomedido bater do coração como quando de uma dose de absinto, como quando de um beijo doce de minha amada, como do nascer do Sol ou do movimento das ondas do mar, tornam-me livre, tornam-me parte da música que se torna parte de mim...
Que som é esse denominado Rock 'n' Roll que ao expelir sua chama, incendeia o coração e o enche de um sentimento único, perceptível apenas quando da aflorada sensibilidade, visto apenas com os olhos do espírito?
Como as flores do jardim que brotam com as gotas de chuva que molham a terra e que fazem a semente germinar, floresce o Rock 'n' Roll em minh'alma e a música inspira-me porque também sou a música, sou o som, sou o vento que carrega as notas musicais em seu pequeno bolso e que as espalha em cada esquina, em cada rua;
Uma trova desnuda;
Uma poesia cantante de sentimentos extasiantes...
Lázaro Fabrício
Excertos (quase)poéticos...
...Queria sentir teu pulsar e ouvir os teus gemidos
Sentir o teu coração e acariciar teus cabelos soltos, sedosos...
Poder me deparar com teu corpo nú, alvo e reluzente
E em nossa alcova contemplar tua volúpia, teu ardor...
Penetrar-te com minh'alma, fazer-te sorrir com meu gozo
E em teu orgasmo ver-me livre, ver-me solto
E de mãos dadas contigo correr, em nossa fértil imaginação, como lobos
E em nossos sonhos adejar como loucos...
Nos amar tão intensamente como ninguém... Apenas como eu e você...
E não importa que nos chamem de tolos...
Sentir o teu coração e acariciar teus cabelos soltos, sedosos...
Poder me deparar com teu corpo nú, alvo e reluzente
E em nossa alcova contemplar tua volúpia, teu ardor...
Penetrar-te com minh'alma, fazer-te sorrir com meu gozo
E em teu orgasmo ver-me livre, ver-me solto
E de mãos dadas contigo correr, em nossa fértil imaginação, como lobos
E em nossos sonhos adejar como loucos...
Nos amar tão intensamente como ninguém... Apenas como eu e você...
E não importa que nos chamem de tolos...
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Das flores que o vento levou, restaram as pétalas que foram soltando-se, paulatinamente, ao longo do caminho...
Da brisa que ficou, o azul dos teus olhos ainda colore o céu...
E teu cheiro ainda inebria como a cachaça...
Da brisa que ficou, o azul dos teus olhos ainda colore o céu...
E teu cheiro ainda inebria como a cachaça...
Dos momentos que vivi, os de mais, os de menos
Felizes, infelizes, vivendo ou morrendo
No coração carreguei a essência de tudo
E a experiência adquirida nas alegrias e tristezas advindas fazem-me sorrir e chorar...
Mas acima de tudo, fazem-me reviver, relembrar
E contemplo a nostalgia
Mesmo na agonia do que se passou em outrora não poder voltar...
Felizes, infelizes, vivendo ou morrendo
No coração carreguei a essência de tudo
E a experiência adquirida nas alegrias e tristezas advindas fazem-me sorrir e chorar...
Mas acima de tudo, fazem-me reviver, relembrar
E contemplo a nostalgia
Mesmo na agonia do que se passou em outrora não poder voltar...
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...E na tua falta
Hei de me segurar nos teus cabelos soltos
Em teus maravilhosos seios alvos
Divagando no brilho redundante dos castanhos olhos teus
E padecendo pela falta do calor do teu abraço...
E sucumbindo como um náufrago...
Embriagado na maciez da pele tua cândida
Que não toco...
Esvaio-me no meu próprio tropeço
E sigo, cambaleando e com a visão turva, a trilha pedregosa da vida, que me arrebata...
Hei de me segurar nos teus cabelos soltos
Em teus maravilhosos seios alvos
Divagando no brilho redundante dos castanhos olhos teus
E padecendo pela falta do calor do teu abraço...
E sucumbindo como um náufrago...
Embriagado na maciez da pele tua cândida
Que não toco...
Esvaio-me no meu próprio tropeço
E sigo, cambaleando e com a visão turva, a trilha pedregosa da vida, que me arrebata...
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Tão puro e profano
Tão certo e insano
Árduo e doce como um romance moderno...
Então, voa...
Sem asas e com tintas, voa...
Com tintas e alma... Voa...
Voa lindo e rasante
Voa num vôo triunfante
Adeja como um pássaro que tem o céu todo pra si...
Amorfo desenho nítido que paira sobre a loucura que paira sobre mim
Penetro em você como um sopro de ar que invade teu pulmão
E me sinto tão livre... Tão parte de ti...
Sou a energia que precisas e tú me das o conforto e proteção que necessito...
Tão certo e insano
Árduo e doce como um romance moderno...
Então, voa...
Sem asas e com tintas, voa...
Com tintas e alma... Voa...
Voa lindo e rasante
Voa num vôo triunfante
Adeja como um pássaro que tem o céu todo pra si...
Amorfo desenho nítido que paira sobre a loucura que paira sobre mim
Penetro em você como um sopro de ar que invade teu pulmão
E me sinto tão livre... Tão parte de ti...
Sou a energia que precisas e tú me das o conforto e proteção que necessito...
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Tempestades de emoção e paixão
Circundam-me
Os pêlos se arrepiam
A inspiração pulsa e salta de meus poros
O ardor do momento toma-me
Como a imensidão do reverberar da Lua toma o Mar...
E a transporto para uma simples lauda, companheira de tantas agruras...
Em minhas pautas
Reluto em abster-me das amarguras que inspiram-me
E trazem dor...
Quando as borboletas cessam o bater de suas asas
A rua silencia e o vento sopra tenro
Estou por cá a esbaldar-me em mim mesmo...
A transbordar de tanta intensidade
Tanta insanidade... e tanto sentir...
De tanto amar...
Mavioso vinho
Amigo de tantas labutas e dissabores...
Aprecio-te com esmero e comprazer
Deleito-me em teus paladares
E inebrio-me como bom ébrio que sou...
E se ouço uma música
E extasio-me, enlevado pelo demasiado prazer advindo desta, posso voar e pairar em qualquer lugar...
Posso ser o vento que rege o furacão e que coordena o ritmo das ondas do oceano...
Posso ser o iluminar da Lua e o raiar do Sol...
Posso ser uma borboleta que voa sem medo do enigmático e incógnito...
E mostra sua exuberância em seu fausto vôo...
Sem dar um passo rodo o mundo e o tenho na palma de minha mão...
Apenas fecho os olhos, sinto a suavidade da cicuta e as asas da borboleta que carregam-me sem destino...
Talvez seja louco, talvez seja são...
Já não importa mais...
Em minhas palavras desconexas, incautas e incoerentes, eclode minha cândida essência e meu imaculado coração...
Posso ser o que teu coração sente e talvez não o que teus olhos percebem...
Talvez seja a essência e a alma que circunda-te com adejas rasantes e intensas...
Circundam-me
Os pêlos se arrepiam
A inspiração pulsa e salta de meus poros
O ardor do momento toma-me
Como a imensidão do reverberar da Lua toma o Mar...
E a transporto para uma simples lauda, companheira de tantas agruras...
Em minhas pautas
Reluto em abster-me das amarguras que inspiram-me
E trazem dor...
Quando as borboletas cessam o bater de suas asas
A rua silencia e o vento sopra tenro
Estou por cá a esbaldar-me em mim mesmo...
A transbordar de tanta intensidade
Tanta insanidade... e tanto sentir...
De tanto amar...
Mavioso vinho
Amigo de tantas labutas e dissabores...
Aprecio-te com esmero e comprazer
Deleito-me em teus paladares
E inebrio-me como bom ébrio que sou...
E se ouço uma música
E extasio-me, enlevado pelo demasiado prazer advindo desta, posso voar e pairar em qualquer lugar...
Posso ser o vento que rege o furacão e que coordena o ritmo das ondas do oceano...
Posso ser o iluminar da Lua e o raiar do Sol...
Posso ser uma borboleta que voa sem medo do enigmático e incógnito...
E mostra sua exuberância em seu fausto vôo...
Sem dar um passo rodo o mundo e o tenho na palma de minha mão...
Apenas fecho os olhos, sinto a suavidade da cicuta e as asas da borboleta que carregam-me sem destino...
Talvez seja louco, talvez seja são...
Já não importa mais...
Em minhas palavras desconexas, incautas e incoerentes, eclode minha cândida essência e meu imaculado coração...
Posso ser o que teu coração sente e talvez não o que teus olhos percebem...
Talvez seja a essência e a alma que circunda-te com adejas rasantes e intensas...
Lázaro Fabrício
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